Uma boa alimentação é essencial para a longevidade

Uma boa alimentação é essencial para a longevidade

Dona Noeme, a mulher mais idosa do Brasil possui uma dieta equilibrada entre sopas, frutas e canjas!
Dona Noeme mulher mais velha do Brasil

Dona Noeme da Silveira Freitas, considerada a mulher mais idosa do Brasil, moradora de Caucaia região metropolitana de Fortaleza no Ceará, tem uma linda história de vida, uma lição para quem quer atingir a longevidade, algo tão almejado e distante nos dias atuais.
A idade avançada da idosa, 114 anos, chamou a atenção do comerciante José Braga, que logo tratou de tentar repercutir a história da idosa. “Ela é motivo de orgulho para o povo de Caucaia. Fiz de tudo para repercutir, pois ela merece o reconhecimento”, diz.

De acordo com pesquisa atualizada em 2019 do site Gerontology Research Group (Grupo de Pesquisa em Gerontologia), a pessoa brasileira mais velha já registrada é Maria Gomes Valentim, que faleceu aos 114 anos de idade, em 2011. Assim, dona Noeme seria a mulher brasileira mais velha a estar viva no Brasil.

A saúde de Dona Noeme é acompanhada de perto por uma equipe médica de Caucaia, e também por sua filha Elizabeth que é quem cuida da idosa.
Segundo Elizabeth dona Noeme não possui graves problemas de saúde. Com taxas de colesterol e pressão arterial consideradas normais pelos profissionais, sua única enfermidade está em um problema na glândula tireoide, mas a filha não soube identificar qual é a doença especificamente.

Quanto à alimentação, a rotina é regrada com variações entre frutas, sopas, canjas e caldos . De acordo com a filha, ela só pode comer carne vermelha uma vez por semana, por orientação médica.
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Elizabeth tem 74 anos, dona Noeme considera a filha uma santa, uma pessoa do bem que cuidou de 2 irmãos com deficiência e do pai. Ela fala com carinho desta época, foi há muito tempo, desde cedo, ela tem consicência que perdeu sua juventude cuidando deles, mas seus olhos lembram com muito amor e sem arrependimentos, e reflete: “Eles são sagrados para mim”.

Aos dois anos de idade, dona Noeme foi levada a um convento no município de Canindé, no sertão cearense, onde permaneceu até os 18 anos.

Sua rotina de trabalho era dura. Ela escolheu a costura como profissão para somar ao marido, que, como servidor público, não conseguia renda suficiente para manter os sete filhos.
Dona Noeme ficou viúva aos 98 anos de idade.

 

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