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Oficina de Pizza Infantil - Festa de Pizza Infantil - Buffet Infantil - Evento de Pizza com crianças

Oficina de Pizza Infantil (11) 2203-3712

 

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FESTA DE PIZZA INFANTIL

Na Festa de Pizza Infantil, os baixinhos abrem as massas coloridas, várias cores, e montam as pizzas com formatos variados, como estrela, coração, flor, jogo da velha, e muito mais! Uma delícia! Festa infantil com Oficina de Pizza para crianças – Dinâmica com crianças – Gincana de Oficina de Pizzas as crianças são Chefs de Cozinha, usam até “toque blanche”, chapéu de Chef, avental de cozinheiro, rolo de massa profissional (um por criança) e aros para cortar as massas com vários formatos. Tudo feito em mesa de polietileno! O serviço é completo, com toda estrutura necessária e 2 Chefs de cozinha (um Chef somente para as crianças). Além de tudo isso, há também o Buffet de Pizza para os adultos

 

 A Oficina de Pizza Infantil é um verdadeiro festival de pizzas animadas,  é uma festa para a criançada! São pizzas individuais, com formatos variados, como estrelas, carinhas engraçadas, sol, dominó, teia de aranha, bonequinho, flor, coração, jogo da velha e muito mais! O Chef Moisés Costa faz a oficina da pizza com os baixinhos, todos usam avental e “toque blanche”, colocam a mão na massa, abrem os discos e montam pizzas que serão assadas e
degustadas por eles. É muito legal! As crianças merecem!
Expressão de qualidade e diversão, a massa fresca é manipulada diante dos convidados, é MALABARES! Fazendo da festa, um verdadeiro SHOW!

 

 

Na oficina infantil de pizza as crianças fazem mini-pizzas com massas coloridas em formatos de estrelas, bonecos, carinhas, flores, corações, onde ao mesmo tempo se divertem, pois envolve a interação e socialização das crianças em todo o processo de elaboração da pizza.

Na oficina infantil de pizza as crianças usam avental e toque blanche evidenciado a realidade de toda a brincadeira, após feita a pizza, vai para o forno profissional que atuamos na  oficina infantil de pizza.

 

Para os pequenos, o que realmente importa é a diversão, a oficina infantil de pizza proporciona momentos incríveis e diferentes ao lado dos amiguinhos. Todos os ingredientes utilizados na oficina infantil de pizza são frescos, nobres e de excelente qualidade

Oficina infantil de pizzaA oficina infantil de pizza trabalha a criatividade das crianças, paciência e locomoção motora, e um excelente exercício para o bom desenvolvimento.

Acesse nosso site e confira maiores informações em oficina infantil de pizza, entre outros serviços.

Baixe um PDF com uma descrição ainda mais completa dos serviços de Oficina de Pizza Infantil

Oficina de Pizza Pais e Filhos

 Oficina de Pizza pais e filhos, pode ser realizada em qualquer local, em casa, na escola e até na empresa! Aparamentados com aventais e toque blanches, os participantes utilizam rolos profissionais, mesas de polietileno adequadas para manipulação de alimentos e assadeiras de pizza, na Oficina de Pizza Pais e Filhos, os baixinhos se divertem preparando pizzas com as massas coloridas e os Pais preparam suas próprias pizzas no modo tradicional, todos abrem massas e cortam com formatos e depois colocam os ingredientes que desejarem.

Veja um vídeo de uma de nossas oficinas realizadas em São Paulo e uma reportagem feita em uma das nossas oficinas de pizzas com crianças
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O gastrônomo – A gastronomia – o que significam?

Muitas vezes questionamos a diferença entre a gastronomia e a culinária. Não bastando, questionamos também a diferença entre o gastrônomo e o cozinheiro, sendo muito comum pensarmos que o gastrônomo é um indivíduo dotado de muitos conhecimentos gastronômicos e, assim sendo, muito mais importante que o cozinheiro. Não é correto diferenciar desta maneira, já que ambos têm a sua importância no universo gastronômico: um cozinheiro reproduz uma receita que o gastrônomo desenvolveu com base em seu vasto conhecimento teórico e conhecimento técnico. Entretanto, fica a questão: como desenvolver uma receita com base em um vasto conhecimento teórico e técnico sem partir para prática? Isso parece impossível! Deste modo, o gastrônomo também precisa cozinhar para obter conhecimento, portanto, o gastrônomo vai precisar de experiência, e para obter experiência, o gastrônomo também deve reproduzir receitas já desenvolvidas por alguém, sendo estas mesmas reproduzidas diversas vezes pelos cozinheiros. São os cozinheiros quem fazem a disseminação das preparações pelo mundo, é na reprodução dos pratos que atingimos o universo gastronômico com a vastidão de possibilidades que encontramos. Não adianta haver o gastrônomo para desenvolver as preparações com suas combinações e harmonizando os pratos a uma série de condições se não houver o cozinheiro que irá reproduzi-lo à multidão! Cada um possui suas particularidades e importância.

 Segundo o dicionário Aurélio, o significado de gastrônomo é “amante das boas iguarias”; já o dicionário Houaiss, o significado de gastrônomo é “aquele que aprecia com gosto e conhecimento os prazeres culinários. Segundo o dicionário Aurélio, gastronomia é o “conhecimento teórico e prático acerca de tudo que se refere à arte culinária, às refeições apuradas, aos prazeres da mesa”, arte de cozinhar de modo que se dê o maior prazer a quem come. Já o dicionário Houaiss, gastronomia é a prática e conhecimentos relacionados com a arte culinária, o prazer de apreciar pratos finos. Enquanto que, ao pesquisar a palavra culinária, está mencionando apenas que é “a arte de cozinhar”. Não podendo também ignorar outra palavrinha muito importante neste contexto, a gastrologia, que no dicionário Houaiss, significa a ciência ou a arte da boa cozinha, conjunto de conhecimentos relativos a essa ciência ou arte.

Nos diversos dicionários, o significado da palavra gastronomia, se torna bastante previsível, mas analisando a etimologia da palavra gastronomia, o termo “gaster”, em grego quer dizer algo referente ao estômago, enquanto que “nomo”, quer dizer algo referente às leis e o sufixo “ia”, quer dizer algo referente ao estudo. Fazendo uma leitura geral dos termos mencionados, é possível concluir que gastronomia é o estudo das leis do estômago. Somando a etimologia aos diversos significados encontrados nos dicionários, podemos entender que a gastronomia de modo global possui universo imensamente maior que o da culinária, uma vez que a culinária está restrita ao simples ato de cozinhar reproduzindo receitas. Já a gastronomia envolve, além do ato de cozinhar, o conhecimento teórico das preparações, o conhecimento histórico dos pratos e dos ingredientes, o conhecimento cultural, religioso e científico, é importante saber os princípios químicos que ocorrem durante a preparação, questões nutricionais e ainda se preocupar em harmonizar os ingredientes, harmonizar o prato com outros pratos, bebidas e até com o ambiente, além de ter a preocupação estética para apresentar um lindo prato aos consumidores. A gastronomia representa, portanto, o conjunto de todo o estudo da culinária em seus diversos aspectos.

 Visite o site “O gastrônomo” e confira os eventos:
festa de pizza“,  ”festa de massa“, “festa de risoto”“festa oriental”“festa mexicana” e a grande novidade! A “festa de pizza infantil” com a “Oficina da pizza”! As crianças abrem a massa, montam as pizzas e depois de assada, elas degustam. É muito legal!  confira tudo isso com ”Moisés Costa“, Chef da O “gastrônomo” – “Eventos“. 
Apoio: “foodbrasil.net

Cozinha Clássica

Muitas vezes as preparações clássicas de diversas cozinhas do mundo apresentam um aspecto bastante exagerado de caráter quantitativo, são preparações que tendem a conter uma maior quantidade de alimentos em suas porções, assim sendo aparentemente mais rústico, sem a preocupação de finalizações minuciosas e delicadas. Porém suas preparações são muitas vezes tão cheias de detalhes quanto à de uma “cozinha contemporânea”, com todas as técnicas e métodos indefectíveis e que devem ser seguidos rigorosamente, respeitando todas as suas etapas para que a preparação tenha realmente a característica original, ou seja, a característica clássica. É possível observar que para obter esta característica clássica é muito importante conhecer o prato original e assim reproduzi-lo fielmente até a sua finalização, pois é aí que acaba fazendo a grande diferença, sendo que no momento de degustar as preparações, as mesmas deverão ser identificadas por meio da observação e assim a identificação deverá ser de um prato original, com todos os ingredientes originais e também com sua quantidade original, não devendo ser adicionado nenhum outro item ao prato com o intuito de deixá-lo mais bonito, apresentável ou “exótico”.

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Cozinha Contemporânea

Na “cozinha contemporânea” diversos itens da gastronomia se reúnem em uma única preparação, estes itens, muitas vezes são encontrados em diversas culturas, deste modo, pode-se dizer que a cozinha contemporânea é amplamente influenciada pela globalização, causando muitas transformações no universo gastronômico e assim permitindo que cada vez mais passamos a usar a criatividade nas elaborações de pratos, fazendo a utilização dos diversos ingredientes disponíveis, sendo também utilizado novos recursos, podendo fazer misturas jamais imagináveis, que por sua vez chama a atenção das pessoas pela característica exótica com muitas cores, aromas e texturas, difere da cozinha tradicional, principalmente pela evidente transformação dos elementos, mudando o seu estado original! “Mas sem deixar de ser o que é no aspecto sabor”

Resgatando os antigos filósofos gregos (Pré-socráticos) que discutiram sobre as transformações dos elementos no mundo, é possível observar que há uma analogia entre os pensamentos:

O filósofo Anaxímenes dizia que – “Tudo se converte em tudo”
Esta analogia pode ser estranha ou engraçada, mas esta idéia de que as coisas não são, mas sim estão em um estado temporário e logo se transformará, é uma idéia que pode ser considerada real na cozinha, é claro que filosoficamente falando, Anaxímenes vai muito além de elementos culinários, porém, se falarmos um pouco dos aspectos da gastronomia molecular, podemos observar que a aplicação dos princípios científicos na culinária nos leva a considerar estes pensamentos de transformação dos elementos que os antigos filósofos gregos defendiam, são pensamentos contemporâneos, pois existem cientistas que defende que toda matéria tem um mesmo principio e também podem ser convertidas da mesma forma.

Voltando ao ponto principal, é possível compreender a importância de se ter um grande conhecimento da cozinha clássica, conhecendo todas as suas bases, técnicas e recursos, para que assim possamos ter condições de executar todas as transformações e atribuí-las a gastronomia contemporânea.

Quanto à gastronomia molecular é importante compreender que para ser possível a sua prática, a princípio é necessário um estudo muito mais especificamente cientifico, com conhecimentos de química, física e biologia, para assim compreender todo o processo de transformação dos elementos e transferi-los para a compreensão dos resultados que exerce nos alimentos, obtendo assim as respostas de tudo o que acontece nas preparações, desvendando os segredos, truques e desfazendo mitos da gastronomia contemporânea.

 Visite o site “O gastrônomo” e confira os eventos:
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Festa de Pizza – Com Chef Moisés Costa

Festa de pizza em Casa! Com o Chef Moisés Costa, é o Chef dos programas de TV com 50% de desconto!
A empresa O gastrônomo – eventos vai transformar sua casa ou empresa em uma pizzaria completa! Assista ao vídeo e visite o site:

ogastronomo.com.br

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Origem da pimenta

Estimulante, provocante, quente. Esta é a pimenta! Originária do Continente Americano, a pimenta é muito utilizada nos pratos culinários desta região, tendo maior destaque na culinária mexicana e brasileira. Segundo Gilberto Freyre em “Casa-Grande e Senzala”, a população indígena usava e abusava das pimentas em suas preparações gastronômicas, e este uso é característico de nossa gastronomia nacional até os dias de hoje.

            A pimenta tem as seguintes variações: 

  • Pimenta Bhut Jolokia: considerada pelo Guiness Book a pimenta mais forte do mundo. É altamente recomendável que se use luvas no manuseio desta pimenta.
  •  Pimenta Americana ou Doce: apresenta frutos alongados de cor verde intenso e brilhante. É uma pimenta de baixo aroma e pungência doce, utilizada no preparo de vários pratos da comida brasileira, muitas vezes substituindo o pimentão. 
  •  Pimenta Branca: é a pimenta do reino madura e seca que é descascada. Bem menos picante do que a pimenta preta é encontrada em pó ou em sementes.  É utilizada em maioneses, peixes, molhos brancos, sopas claras e no tempero de saladas. 
  •  Pimenta Cambuci ou Chapéu-de-Frade: apresenta frutos verdes (imaturos) e vermelhos (maduros) na forma de campânula ou sino. De pungência doce e aroma baixo é utilizada em saladas e cozidos. 
  •  Pimenta Cumari: pequeninha, muito picante, ligeiramente amarga e baixo aroma. Nativa da mata brasileira, apresenta frutos arredondados ou ovalados, verde (imaturos) e vermelho (maduros). Encontra-se fresca ou em conserva. 
  •  Pimenta Cumari-do-Pará : apresenta frutos arredondados ou ovalados, verde (imaturos) e amarelo (maduros). De pungência picante alto e aroma forte é utilizada principalmente em conservas. 
  •   Pimenta Dedo-de-Moça : apresenta frutos alongados de coloração verde (imaturo) e vermelho (maduro), pungência picante baixo e aroma baixo. Mais suave que a malagueta e ligeiramente mais picante que a jalapeno, é uma pimenta saborosa que pode ser encontrada líquida, fresca, em conserva ou desidratada na forma de flocos com sementes, recebendo no nome de pimenta calabresa. É muito utilizada em molhos e uma grande variedade de pratos. 
  •   Pimenta Habanero: originária do Caribe e da Costa Norte do México, foi a primeira pimenta a ser cultivada pelos Maias. É utilizada fresca, seca ouem molhos. Tem um sabor muito forte que persiste na boca. As suas cores variam entre amarelo, laranja e vermelho. 
  •  Pimenta Jalapeno: originária do México, apresenta frutos cônicos de coloração verde claro a verde escuro quando imaturos e vermelho quando maduros. É consumida fresca, processada na forma de molho líquido, conservas, desidratada ou em pó. Bastante popular no México e Estados Unidos seu nomo é uma homenagem à cidade de Jalapa, capital de Vera Cruz, no México. É utilizada em vários molhos para tacos, burritos e quando seca e defumada, é conhecida como chipotle.
  •  Pimenta Malagueta : apresenta variedades com pungência de médio a alto e baixo aroma e frutos alongados verde (imaturos) e vermelho (maduros). É muito utilizada em molhos de pimentas, conservas, como condimento no preparo de peixes, carnes, em feijoadas e no acarajé. 
  •   Pimenta-da-Jamaica: semente aromática, nativa das Américas e do Oriente que se encontra em pó ou grãos. É pouco picante e ligeiramente adocicada. De coloração marrom, possui sabor e perfume que evocam a noz-moscada, o cravo e a canela. É utilizada em conservas de legumes, carnes de caça, frutos do mar, alguns patês, doces, tortas e pudins.  
  •   Pimenta-de-Bode: apresenta frutos verdes (imaturos), amarelo ou vermelho (maduros), arredondados ou achatados, tipo pitanga. Sua pungência é alta e seu aroma também. É utilizada como condimento no preparo de carnes, arroz, feijão, pamonha salgada e até em biscoitos de polvilho e quando maduros, principalmente em conservas.
  •  Pimenta-de-Cheiro: apresenta frutos alongado, arredondado, triangular, campanulado e retangular. Seus frutos quando maduros variam desde o amarelo-leitoso, amarelo-forte, alaranjado, salmão, vermelho até preto quando maduros. Existem variedades com pungência doce, picante baixo e até picante alto. Seu aroma é alto, sendo bastante utilizada em saladas, como condimento para carnes, principalmente peixes. Pimenta típica da culinária baiana e nordestina, sua presença é obrigatória em pratos como o xinxim de galinha e os bobós. 
  •  Pimenta-do-Reino: a pimenta do reino é uma das especiarias mais antigas e mais utilizadas no mundo.  Pequena e de formato arredondado, tem um sabor forte e levemente picante. Originária das florestas equatoriais da Ásia, principalmente Índia, apresenta coloração verde (imaturas) e vermelha (maduras).  Seca ou conservada em salmoura, mantém a cor original dependendo do seu estágio de amadurecimento.  Quando fervidas e depois secas, tornam-se negras e por isso são também conhecidas como pimenta preta. 
  •  Pimenta-do-Reino Verde: é a pimenta do reino colhida em seu estagio inicial de desenvolvimento, quando ainda está verde. E utilizada em pratos como o steak de filé mignon com poivre vert (pimenta verde em francês). 
  •  Tabasco: originária do Chile, é encontrada também na Louisiana, onde existe uma grande companhia de pimentas que leva seu nome e a tornou famosa. É uma pimenta saborosa e bastante picante. 

Para ver uma receita mexicana à base de pimenta, clique em:

 Fontes:

FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. Ed. Global. 49ª ed. São Paulo: 2004
http://www.pimentasartesanais.com.br/

 Visite o site “O gastrônomo” e confira os eventos:
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Apoio: “foodbrasil.net

Origem da Mandioca

Segundo o autor Gilberto Freyre em sua obra “Casa-Grande e Senzala”, as raízes da mandioca eram largamente utilizadas pelas cunhãs (índias) na preparação de massas e farinha, o que ele caracterizava como “complexo da mandioca”.
Devido à ausência de trigo na terra recém-colonizada, os colonizadores portugueses substituíram o cereal, que era marca de sua dieta, pelas preparações à base de mandioca.
O tubérculo era extraído do solo, lavado, descascado, ralado e espremido no tipiti, um tipo de coador feito de palma.
A partir da mandioca é possível obter as seguintes preparações gastronômicas: farinha fina, minguau, beiju (tapioca), bolos, tarubá (bebida), entre outros.

Fonte: FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. Ed. Global. 49ª ed. São Paulo: 2004.

Para ver a receita de uma queijadinha à base de mandioca, clique em:

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Gastronomia e Imigração (XIX)

pizza elaborada pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

A presença das culturas alemã, árabe, espanhola, italiana, japonesa  é muito marcante em nosso país, principalmente no Estado de São Paulo, quando – somente entre os anos de 1885 a 1899 – mais de 300 mil imigrantes aqui desembarcaram.

A chegada dos imigrantes  no Brasil a partir da década de 1870 está inserida em um emaranhado histórico que envolve o fim do tráfico de escravos no Brasil (1850), a unificação alemã e italiana

salsicha empanada elaborada pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

(1870), o fim da escravidão no Brasil (1880) e a proclamação da República (1889), ou seja, a presença de povos imigrantes no Brasil confunde-se com a própria história de nossa nação. Com o fim do tráfico de escravos, e posteriormente o fim da escravidão, o governo brasileiro começou a incentivar a entrada de estrangeiros para substituir a mão-de-obra escrava nas lavouras de café e em outras agriculturas.

yakissoba elaborado pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

A princípio, esta mão-de-obra foi direcionada para colônias do sul do país, e depois, para o sudeste, principalmente para os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

Os imigrantes vieram ao Brasil para construir uma vida digna, algo que não conseguiram realizar em suas nações que estavam passando por guerras civis conflitos armados que desestruturaram as suas sociedades, e isto é comprovado pelo grande número de famílias estrangeiras que aqui se instalaram.

churros elaborado pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

O governo brasileiro, já de caráter republicano (1889), incentivou a imigração também para promover a chamada “política do branqueamento”, que consistia em aumentar a número da população branca, suprimindo gradativamente a presença escrava e negra no país.

esfiha elaborada pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

Os imigrantes vão fazer do solo brasileiro o seu lar, contribuindo com a sua força de trabalho e com sua riquíssima cultura: a luta pelos direitos trabalhistas nas primeiras indústrias; o surgimento de vários bairros e redutos ; a entronização de vocábulos estrangeiros em nossa língua portuguesa. Todavia, uma das maiores contribuições da cultura imigrante foi na culinária: a pizza, o churros, a salsicha, o yakissoba, a esfiha.

 Visite o site O gastrônomo e confira os eventos: festival de pizzas, massasrisotos, oriental e mexicano.
O gastrônomo também oferece cursos de pizzas, massas e risotos. Além disso, O gastrônomo personalité; com o petit comité, que consiste em eventos para pequenos grupos, como almoços e jantares sociais ou de negócios, confira tudo isso com o Chef Moisés Costa.  Apoio: foodbrasil.net

O senso de elegância- por Enzo Augusto Pinto (8º ano Amarelo)

by: Gabriela Fernandes Calixto - 8º ano Dourado

Depois de exaustivas pesquisas em textos antigos e modernos, em pinturas e revistas, qualquer um pode afirmar que, apesar de quase não percebemos, tudo muda. Inclusive o senso de beleza e elegância.
Vamos voltar alguns séculos atrás, lá na Idade Média, quando as diferenças sociais eram mais óbvias no prato e na balança!
Apenas olhando, dava para saber se alguém era financeiramente privilegiado. E como? A resposta é simples: a pessoa seria obesa! Os outros, de classe mais baixa, eram magros. Não esbeltos! Eram criaturas esqueléticas, e na maioria, subnutridos.
Isso não é grande surpresa, afinal, muitas pessoas pobres são magras. A bomba é outra! O excesso de peso era sinal de riqueza, beleza e elegância.
Pode até parecer estranho, mas, na verdade, faz sentido. Se o sujeito fosse rico, poderia comer fartamente, o que significa que iria engordar. E se o sujeito fosse pobre, bem, não tinha o que comer, portanto, sua magreza era sinal de miséria.

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A Alimentação no Antigo Regime

by: Natiéle Oliveira Machado- 8º ano Dourado

A alimentação está diretamente relacionada com a condição sócio-econômica das classes sociais. Portanto, fica fácil identificar a condição social de um indivíduo ao analisar o seu prato.
Durante a Idade Moderna (XV ao XVIII), imperou o chamado “Antigo Regime”, regime em que os reis tinham um poder absoluto, sendo apoiados pelo clero e nobreza, todos estes sustentados pelo povo, que trabalhava muito para pagar seus impostos. O Antigo Regime acabou afetando a dieta alimentar de todas as classes sociais.
A alimentação dos reis, clero e nobreza era regada de muita carne, principalmente de aves nobres, como o peru e o faisão. Esta carne era marinada (temperada com ervas finas e vinho) e assada durante horas.  Além da carne, consumia-se muito pão, de boa qualidade, feito com o melhor trigo, claro e bem macio. Doces eram sempre servidos, principalmente tortas e pudins. Frutas da estação completavam a ceia, regada de vinho de boa qualidade.

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